Na segunda metade do século 19, a Europa era o palco de uma revolução industrial que transformava a vida de seus habitantes. A população européia crescia e agricultores, sem terra, migravam em massa para os centros urbanos, em busca de emprego nas novas fábricas. As metrópoles inchavam e as condições de vida dos operários chegavam a ser sub-humanas.
A evolução também chegava aos navios à vapor, facilitando a vinda dos agricultores ao Novo Mundo, em lugar de superlotar as fábricas do velho mundo.
As Américas
possuíam fartura de terras inexploradas e seus governantes ansiavam pela
colonização dessas terras. Essa situação criou um fluxo natural de
imigrantes do velho para o Novo Mundo.
Na Itália, somava-se a questão das lutas pela unificação da nação, que exauriu sua economia. Existia um grande número de desempregados em busca de oportunidades.
A imigração italiana no Brasil foi intensa a partir de 1878, até o início do século 20. Dirigiam-se, principalmente às lavouras de café no Estado de São Paulo, mas um grande número de imigrantes espalharam-se por todo o Sul e Sudeste do Brasil.
Na segunda metade do século 19, a Europa era o palco de uma revolução industrial que transformava a vida de seus habitantes. A população européia crescia e agricultores, sem terra, migravam em massa para os centros urbanos, em busca de emprego nas novas fábricas. As metrópoles inchavam e as condições de vida dos operários chegavam a ser sub-humanas.
A evolução também chegava aos navios à vapor, facilitando a vinda dos agricultores ao Novo Mundo, em lugar de superlotar as fábricas do velho mundo.
As Américas
possuíam fartura de terras inexploradas e seus governantes ansiavam pela
colonização dessas terras. Essa situação criou um fluxo natural de
imigrantes do velho para o Novo Mundo.
Na Itália, somava-se a questão das lutas pela unificação da nação, que exauriu sua economia. Existia um grande número de desempregados em busca de oportunidades.
A imigração italiana no Brasil foi intensa a partir de 1878, até o início do século 20. Dirigiam-se, principalmente às lavouras de café no Estado de São Paulo, mas um grande número de imigrantes espalharam-se por todo o Sul e Sudeste do Brasil.

Em Curitiba, os italianos chegaram
a partir de 1872, estabelecendo-se, como agricultores, em vários núcleos
coloniais da região. Esses núcleos deram origem aos atuais bairros de
Pilarzinho, Água Verde, Umbará e Santa Felicidade, entre outros.
Com o passar do
tempo, os italianos adotaram outras
atividades, incluindo industriais e comerciais. Hoje, seus descendentes contribuem de forma
importante, em todas as áreas de atividade em Curitiba.
O bairro de Santa Felicidade é conhecido pela preservação da cultura italiana, em Curitiba, principalmente na gastronomia.
Na segunda metade do século 19, a Europa era o palco de uma revolução industrial que transformava a vida de seus habitantes. A população européia crescia e agricultores, sem terra, migravam em massa para os centros urbanos, em busca de emprego nas novas fábricas. As metrópoles inchavam e as condições de vida dos operários chegavam a ser sub-humanas.
A evolução também chegava aos navios à vapor, facilitando a vinda dos agricultores ao Novo Mundo, em lugar de superlotar as fábricas do velho mundo.
As Américas
possuíam fartura de terras inexploradas e seus governantes ansiavam pela
colonização dessas terras. Essa situação criou um fluxo natural de
imigrantes do velho para o Novo Mundo.
Na Itália, somava-se a questão das lutas pela unificação da nação, que exauriu sua economia. Existia um grande número de desempregados em busca de oportunidades.
A imigração italiana no Brasil foi intensa a partir de 1878, até o início do século 20. Dirigiam-se, principalmente às lavouras de café no Estado de São Paulo, mas um grande número de imigrantes espalharam-se por todo o Sul e Sudeste do Brasil.
Na segunda metade do século 19, a Europa era o palco de uma revolução industrial que transformava a vida de seus habitantes. A população européia crescia e agricultores, sem terra, migravam em massa para os centros urbanos, em busca de emprego nas novas fábricas. As metrópoles inchavam e as condições de vida dos operários chegavam a ser sub-humanas.
A evolução também chegava aos navios à vapor, facilitando a vinda dos agricultores ao Novo Mundo, em lugar de superlotar as fábricas do velho mundo.
As Américas
possuíam fartura de terras inexploradas e seus governantes ansiavam pela
colonização dessas terras. Essa situação criou um fluxo natural de
imigrantes do velho para o Novo Mundo.
Na Itália, somava-se a questão das lutas pela unificação da nação, que exauriu sua economia. Existia um grande número de desempregados em busca de oportunidades.
A imigração italiana no Brasil foi intensa a partir de 1878, até o início do século 20. Dirigiam-se, principalmente às lavouras de café no Estado de São Paulo, mas um grande número de imigrantes espalharam-se por todo o Sul e Sudeste do Brasil.
Na segunda metade do século 19, a Europa era o palco de uma revolução industrial que transformava a vida de seus habitantes. A população européia crescia e agricultores, sem terra, migravam em massa para os centros urbanos, em busca de emprego nas novas fábricas. As metrópoles inchavam e as condições de vida dos operários chegavam a ser sub-humanas.
A evolução também chegava aos navios à vapor, facilitando a vinda dos agricultores ao Novo Mundo, em lugar de superlotar as fábricas do velho mundo.
As Américas
possuíam fartura de terras inexploradas e seus governantes ansiavam pela
colonização dessas terras. Essa situação criou um fluxo natural de
imigrantes do velho para o Novo Mundo.
Na Itália, somava-se a questão das lutas pela unificação da nação, que exauriu sua economia. Existia um grande número de desempregados em busca de oportunidades.
A imigração italiana no Brasil foi intensa a partir de 1878, até o início do século 20. Dirigiam-se, principalmente às lavouras de café no Estado de São Paulo, mas um grande número de imigrantes espalharam-se por todo o Sul e Sudeste do Brasil.
Igreja de São Pedro concluída em 1938, no bairro de Umbará, em Curitiba. Arquitetura de inspiração italiana. Saiba mais sobre as Igrejas de Curitiba►
Bosque São Cristóvão em Curitiba►O Bosque São Cristóvão, também conhecido como Bosque Italiano, é um espaço dedicado á cultura italiana, em Santa Felicidade. Memorial da Imigração Italiana de Curitiba, no Bosque São Cristóvão, em Santa Felicidade► |
O Palácio Giuseppe GaribaldiA Sociedade Garibaldi, fundada em 1883, nasceu da idéia de se congregar, sob um mesmo ideal, os imigrantes italianos em Curitiba. O mesmo ideal que levou Giuseppe Garibaldi a lutar pela Revolução Farroupilha (1839-1841) no Brasil e pela unificação da Itália. Na prática, a Sociedade permitia compartilhar interesses e necessidades entre os italianos em Curitiba. A Sede da Sociedade Garibaldi, na Praça Garibaldi, em Curitiba, foi projetada por Ernesto Guaita, engenheiro e agente consular da Itália. Palácio Giuseppe Garibaldi, sede da Sociedade Garibaldi, na Praça Garibaldi, em Curitiba. |
O Palácio, iniciado em 1887, foi concluído em 1904. A fachada, em estilo neo-clássico, só ficou pronta em 1932, uma obra do arquiteto João de Mio, o mesmo arquiteto da Igreja de São Pedro (veja foto acima). Em 1943, durante a Segunda Guerra Mundial, o Palácio foi desapropriado pelo governo e somente devolvido à Sociedade em 1962. Em 1988, o Palácio Giuseppe Garibaldi foi tombado pelo Patrimônio Histórico e Artístico do Paraná, mas continua como sede da Sociedade Garibaldi. Visite, também a página sobre a Praça Garibaldi em Curitiba.Interior do Palácio Giuseppe Garibaldi, em Curitiba. |

Carroça utilizada por imigrantes. Em exposição em restaurante no bairro da Cascatinha, que fazia parte da antiga colônia de imigrantes italianos de Santa Felicidade.
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